Ola mais uma vez.

Eu, o frances Gary e duas equatorianas fomos para a cidade de Akko.

“Na época dos cruzados esta cidade foi uma antiga fortaleza e fez parte do reino de Jerusalém, tendo sido denominada São João de Acre. Também se escreve São João de Akko. Em 1110 a cidade foi invadida pelos cruzados, sendo reconquistada por Saladino em 1187, para voltar a ser ocupada por Ricardo Coração de Leão em 1191, que a entregou aos Cavaleiros de São João. Chamou-se Accho no Antigo Testamento e Ptolemais no Novo Testamento.” (Wikipedia)

A principio, queriamos ir a uma vila de artistas que tem perto da cidade de Haifa. Pegamos carona com um membro do kibbutz que nos deixou perto de Akko, entao resolvemos aproveitar e conhecer essa cidade.

Fomos ate a praia para ver como e que era. Quando estavamos indo em direcao a cidade antiga de Akko, encontramos uma cadeia antiga que foi transformada em museu. Ela e bem grande, passamos por todas as alas, celas e solitarias. Saimos do outro lado da prisao que ja dava na cidade antiga.

Andamos pelas ruelas ate encontrar uma rua cheia de comerciantes. Paramos para almocar. Comemos Flafel e Mshwashy com pao sirio.

Depois andamos ate o porto e o farol, fomos a um tunel antigo que passa por baixo da cidade, entramos em um templo de alguma religiao que nao soubemos identificar e so nao entramos em uma mesquita porque tinha que pagar. Achamos melhor conhecer uma mesquita em que nao fossem tantos turistas e que nao cobrassem para entrar.

O mais legal foi andar pelas ruas da cidade antiga e se perder, ver o povo, as casas, etc…

“A Cidade Antiga de Acre, um porto histórico rodeado por muralhas na Galileia, é povoada desde o periodo fenício. A actual cidade é caracteristicamente uma cidaede fortificada datando séculos XVIII e XIX, com tipicos elementos urbanos como a cidadela, mesquitas, khans e banhos. O que resta da cidade das cruzadas, datando de 1104 a 1291 permanece quase intacto, prvidenciado uma excepcional imagem do planeamento urbano e das estruturas da capital do Reino de Jerusalém“. (Wikipedia)

Na volta, pegamos um onibus ate a cidade de Nahariya onde tem um expresso ate o Baram.

A vila dos artistas ficou para uma outra vez.

Abracos a todos.


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